terça-feira, 2 de junho de 2015

ALFRED NOBEL: POR TRÁS DO PRÊMIO DA PAZ

(Texto enviado pela Representante Beta EQ, Natali Tajes Cardozo)

Alfred Bernhard Nobel é o nome dele. Nascido em Estocolmo na Suécia em 21 de outubro de 1833, com 16 anos já era um químico completo, falando, com fluência, inglês, francês, alemão, russo e sueco. Quarto filho de Karolina Andriette e Immanuel Nobel, Alfred seguiu carreira nos negócios da família: nitroglicerina. A nitroglicerina nada mais é do que uma substância perigosamente explosiva, advinda da mistura de ácido nítrico e ácido sulfúrico, utilizada em dinamites e explosivos, esse ramo lhe rendeu uma fortuna e um irmão morto.

Esse acontecimento fez com que o governo o proibisse de reconstruir sua fábrica e ele ficasse conhecido como “cientista louco”, além de fazer com que ele passasse a pesquisar meios de diminuir os riscos do processo de produção do produto, então, em 1867 patenteou a dinamite, substância menos perigosa que a nitroglicerina. Além da dinamite, Alfred foi o precursor do detonador e da gelatina de nitroglicerina, um explosivo mais poderoso. Alfred ficou milionário com suas patentes e com a exploração de petróleo na Rússia.

Em 1888 outro irmão seu veio a falecer, mas nos jornais foi publicado o obituário de Alfred Nobel, por engano, o que ele leu não foi bom. As notícias nos jornais o chamavam de o “mercador da morte”. Em 1896, no ano de sua morte, possuía 90 fábricas e 350 patentes, mas nunca foi feliz, nunca se casou, não formou uma família. Lembrando-se do que leu no seu “obituário”, Alfred então dedicou no testamento toda a sua fortuna para um prêmio: o prêmio Nobel da Paz, que seria recebido por aquelas pessoas que contribuíssem para a paz mundial. Nobel veio a falecer por hemorragia cerebral em 10 de dezembro, em San Remo, na Itália.

Referências Bibliográficas

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